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Tela de Helio Basto (88cm x 107cm)

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Tela de Helio Basto

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Tela de Helio Basto, natureza morta

Hélio Basto (Hélio Fonseca Basto)

Artista baiano que atuou entre os anos 1950 e 1980. Vivenciou o clima do modernismo baiano desde a primeira geração, e morou uma fase em São Paulo, quando diversos artistas se aproximaram das tendências surrealista e do realismo mágico. Nesse contexto, ele se inseriu. De volta à Bahia, contribuiu para a arte, fazendo pinturas figurativas, oníricas e abstrações figurativas; também dedicou-se ao gênero do retrato.

Hélio Basto (Hélio Fonseca Basto, Salvador, Bahia, Brasil, 18 de novembro de 1931– Salvador, Bahia, Brasil, 17 de março de 1991)

Formação:

Antes de 1956 – Curso Livre na Escola de Belas Artes da Bahia, Salvador.

Anos 1950 – Frequentou aulas de pintura de Walter Lévy  e de gravura, de Berto Udler, São Paulo.

Período de atividade:

Anos 1950 – Anos 1980.

Principais especialidades:

Pintura.

Outras atividades:

Gravura e Desenho.

Dados Biográficos:

Hélio Basto nasceu em 18 de novembro de 1931, na cidade do Salvador, Bahia, onde também faleceu a 17 de março de 1991. Em Salvador, frequentou o Curso Livre da Escola de Belas Artes da Bahia por um curto espaço de tempo. (PINHO, 1993, p. 62) Ao longo de sua trajetória, dedicou-se à pintura a óleo, e ao desenho, assim como fez gravuras.

Vivenciou o clima da primeira fase do modernismo baiano nos anos 1950, mas, entre 1956 e 1959, residiu em São Paulo.  Aí estudou com os artistas plásticos Walter Lévy e Berto Udler, assim como seguiu Curso de História da Arte, organizado pelo Museu de Arte de São Paulo (MASP). Nessa época, seu trabalho esteve imbuído de uma atmosfera misteriosa e de irrealidade, a que o crítico de arte Reynivaldo Brito chama de “surrealista-existencialista”, de atmosfera silenciosa e sofrida. (BRITO, 1984)

O colecionador e crítico de arte Théon Spanudis, interessado pela tendência ao Surrealismo em trabalhos de artistas brasileiros, publicou um artigo em 1964, na revista Habitat, que trata de Tarsila do Amaral, Maria Martins, Walter Lévy e Hélio Basto, o que relacionava esses artistas era a relação imaginativa com as formas. São dessa fase dois quadros do acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, da autoria de Hélio Basto, sendo que pertenceram a esse crítico, intitulados Ruínas e Busto. Para Sapanudis, o surrealismo de Hélio Basto remete ao passado, com alusões a edifícios da época colonial – memórias do que viu em sua cidade natal.

Além de ter pintado casarios e naturezas-mortas, dedicou-se a retratar pessoas famosas da elite soteropolitana, assim como artistas, a exemplo de Jorge Amado e Yêdamaria. Contudo, ele foi estilizando as formas de modo a se encontrar com a figuração geométrica em anjos, orixás, entre outros temas. Nesse processo, elimina o claro-escuro. A sinuosidade das formas, movimento e ritmo, e colorido nítido são as características dos trabalhos seus nessa linha. (BRITO, 1984)

Viveu de forma simples, morando e trabalhando no mesmo local. Atravessou problemas de saúde, tendo contado com a solidariedade de amigos.

A importância da sua obra nas artes baianas foi objeto de pesquisa de Vânia Carvalho, historiadora da arte e professora da Escola de Balas Artes da UFBA. Ela o considera um artista independente. (CARVALHO apud BRITO,1984). Segundo ela, Hélio é um nome conhecido nacional e internacionalmente. Seu trabalho foi estudado por Suzane Tavares Rubim de Pinho, que trata dos reflexos do Surrealismo na obra de artistas baianos.

A pesquisa sobre Hélio Basto precisa ser aprofundada, incluindo a identificação de trabalhos seus em acervos e exposições das quais participou, assim como premiações. Basto possui obras em acervos importantes, destacando-se o do MAC (SP), doados por Theon Spanudis, e o Acervo Artístico da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, cuja publicação eletrônica de 08 de julho de 2005 cita mostras individuais e coletivas nas quais tomou parte.

“Desenho Jovem”, Museu de Arte Contemporânea (1981); Museu de Arte de São Paulo (1982); Original’s Galeria de Arte; Espaço Cultural Spazzio Pirandello; Fundação Banco de Boston (1983); Grupo Westinghouse do Brasil S/A, SP (1985); Ânima Galeria de Arte; Associação Comercial de São Paulo; Câmara Municipal de São Paulo (1989); V Salão de Aquarela e Artes Plásticas, Núcleo de Arte e Cultura Nova Era; Projeto Art’s Musik e Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, Teatro Cacilda Becker; Assembléia Legislativa de São Paulo (1990); Rotary Club Higienópolis; Projeto Art’s Musik, Crowne Plaza; Projeto Art’s Musik, Secretaria Municipal de Cultura de Santo André; Sociarte, Clube Atlético Monte Líbano (1991 e 1995); Espaço Cultural Cavaco’s (1992); Projeto Music Center, União Cultural Brasil Estados Unidos (1992 e 1993); Portal Galeria de Arte; Finarte Galeria (1993); Centro Empresarial de São Paulo; Museu Telesp (1995 e 1996); Vellosa, Escritório de Arte; Novotel Morumbi; Avon Cosméticos (1995); Clube Círculo Militar de São Paulo (1996); Associação dos Funcionários da Cosesp; Ipê Clube (1997 e 2000); Espaço Cultural, Singulis Vitae (1997); “Espaço Imagem” (1998); ACM (1999); Espaço Cultural Infraero (2001) Sofitel, Accor Hotels (2003).” 

Mostras Individuais:

1961 –Texas, EUA – Individual, no Modern Art Museum of Fourth Worth.

Participações em Salões, Bienais e coletivas:

1956 – Salvador, BA – Coletiva Artistas Modernos da Bahia, na Galeria Oxumaré.

1958 – Salvador, BA – Coletiva, no Forte de Monte Serrat (juntamente com Adam Firnekaes e Ligia Sampaio).

1969 – Rio de Janeiro, RJ – Coletiva, na Galeria Irlandini.

 Mostras individuais e participações póstumas em Salões, Bienais e coletivas:

2017 – Salvador, BA – Coletiva, Elas, no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA). 

Autoria

Autores(as) do verbete:

Suzane Pinho Pêpe

Data de inclusão:

26/12/2020

fonte: http://www.dicionario.belasartes.ufba.br/wp/verbete/helio-basto-helio-fonseca-basto/

Informação adicional

Peso 1 kg
Dimensões 5 × 88 × 107 cm
Cor

Branco, Terracota

Designer / Artista

Ambiente

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Informações Gerais

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Tela de Helio Basto (88cm x 107cm)

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